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A empresa ganhou no final do semestre a gestão de 800 milhões de bancos nacionais e estrangeiros.

A Servdebt ganhou a gestão de 800 milhões de euros de carteiras de crédito em incumprimento no final do primeiro semestre deste ano, tendo subido para 3,5 mil milhões de euros o montante de activos geridos pela empresa. Em declarações ao Diário Económico, Bruno Carneiro, CEO, explica que a necessidade de os bancos se desfazerem de carteira, nomeadamente com o forte aumento do incumprimento nos últimos anos, tem beneficiado o crescimento do negócio da Servdebt, empresa portuguesa especializada na aquisição e gestão de crédito em incumprimento.

Por outro lado, sublinha Bruno Carneiro, com o fim da crise financeira e, depois, a saída da crise soberana, actualmente "há um interesse muito grande de investidores institucionais" neste tipo de activos.

Neste caso, os cerca de 800 milhões de euros - correspondentes a três carteiras de crédito em incumprimento - que a Servdebt passa a gerir foram adquiridos a bancos nacionais e internacionais por parte de "um investidor institucional internacional", refere a empresa. "A maioria é carteira originada em Portugal; há uma fatia de cerca de 20% que não foi originada por bancos portugueses", acrescenta Bruno Carneiro. 

Em causa estão, no total, cerca de 100 mil empréstimos, correspondendo quase um terço a crédito a PME e o restante a crédito à habitação e crédito a particulares. A empresa não adianta, no entanto, quem são as instituições que venderam estes créditos.

Ainda assim, o responsável clarifica que embora exista a ideia de que empresas como a Servdebt estão muito dependentes de momentos de crise para crescer, "isso não corresponde à realidade". Bruno Carneiro recorda que há mercados, como o alemão, onde este tipo de negócio está já bastante mais desenvolvido, tratando-se de "operações absolutamente normais em momentos de crise ou não". O CEO da empresa admite que, em momentos como o actual, em que há grandes aumentos de malparado, o sector tem mais incentivos para se desfazer de carteira. Mas lembra que, para algumas instituições, pode haver interesse em desinvestir em áreas não core, passem elas por crédito em incumprimento ou mesmo por carteiras não problemáticas. E que "com os investidores que temos podemos apresentar soluções para diferentes necessidades dos bancos", incluindo não só carteiras como as próprias plataformas das instituições.

O aumento do malparado, a necessidade de reforçar rácios de capital, de desalavancar ou até de sair do mercado português são razões que podem trazer mais dinamismo a este mercado nos próximos tempos. Exemplo disso é o facto de bancos estrangeiros como o Barclays ou o BBVA estarem a pensar desinvestir no mercado português, podendo esse processo fazer-se - conforme o interesse também de quem comprar - quer pela venda de operações como um todo ou, por exemplo, de carteiras de activos de forma discriminada.

Por outro lado, alguns bancos portugueses têm interesse em desfazer-se de carteiras. OBanif, por exemplo, anunciou na semana passada a venda de uma carteira de crédito vencido de cerca de 485 milhões de euros, "colocada junto de investidores institucionais internacionais". Questionada sobre se as carteiras que recentemente passaram a ser geridas pela Servdebt incluem os créditos do Banif, Bruno Carneiro explicou que, por questões de sigilo, jamais são revelados os bancos a quem são compradas as carteiras.

Bruno Carneiro diz estar "muito optimista" quanto ao curto/médio prazo" e recorda que a facturação da Servdebt ultrapassou, no ano passado, os dez milhões de euros. "Em 2008 não chegávamos aos 400 mil", recorda. Espanha é um mercado onde a empresa quer intensificar a presença, objectivo que se torna mais fácil com a nova carteira de crédito sob gestão, da qual faz parte uma carteira de crédito espanhola.

In: Diário Económico

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