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Gestão de créditos tóxicos decidida até julho

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A escolha, pelo Estado, das gestoras que vão ficar com os créditos tóxicos do BPN deverá estar concluída até ao final de junho, o mais tardar julho. Os candidatos são seis (ver caixas), havendo quatro lotes de créditos aos quais se podem candidatar.

Em causa estão mais de ¤3,4 mil milhões, mas este montante poderá diminuir se entretanto forem resolvidos alguns créditos, segundo apurou o Expresso. Desta vez o Estado foi cauteloso e só depois de recuperados os créditos as empresas escolhidas receberão a comissão pela gestão.

As propostas dos seis candidatos irão ser vistas à lupa e o júri que contará com o parecer da Parvalorem deverá ter em conta o interesse do Estado na rápida e eficiente recuperação dos créditos. O Expresso falou com quatro candidatos — Finangest/Intrum Justitia; Logicomer; Finsolutia/PwC e ServDebt. Até à hora do fecho desta edição não foi possível falar com os consórcios da Hipoges Ibéria e da Whitestar.

A corrida aos créditos tóxicos do BPN, estacionados na Parvalorem (veículo criado pelo Estado), vai ser renhida. Os créditos estão divididos em quatro lotes, um de ¤2,6 mil milhões, outro de ¤591,9 milhões e mais dois de ¤81 milhões. O que irá pesar nas propostas apresentadas será não apenas o prazo de recuperação mas também a experiência de cada uma das sociedades.

 

Planos ‘agressivos’

A escolha do Estado irá depender das condições do plano de negócios de cada uma das empresas ou consórcios. Que prometem ser agressivos, embora recusem para já detalhar as suas estratégias. Apenas a Logicomer, que em Portugal gere uma carteira de ¤300 milhões, revela que vai concorrer a todos os lotes de crédito. O administrador Luís Sousa explica que “todos os lotes se inserem no âmbito da atividade da empresa”. As outras três sociedades com quem o Expresso falou não adiantaram se o vão fazer. Nuno Espírito Santo Silva, líder da Finsolutia, diz que o objetivo é “gerir a recuperação de forma a minimizar as perdas para os contribuintes”. A ideia do Estado é essa, e a das restantes concorrentes também, até porque só ganham alguma coisa depois de recuperarem o crédito. A Finsolutia, que gere em Portugal uma carteira de ¤200 milhões, diz estar a definir uma estratégia à medida de cada crédito. Já Bruno Carneiro, da ServDebt, diz estar preparado para recuperar tanto créditos particulares como de empresas, com ou sem garantias. “Temos todas as condições para prestar o melhor serviço à Parvalorem.” Aliás, comprou recentemente outra empresa do ramo, a Effico, aumentando a sua dimensão no mercado ibérico. Por seu turno, Luís Salvaterra, líder da Intrum Justitia, admite que tem uma carteira maior no segmento dos particulares (75% do total) mas a parceria com a Finangeste permite ganhar espaço “em todas as tipologias de crédito que gerem”. Ou seja, de particulares e empresas, de montantes diversos e com e sem garantias reais.

 

Texto por: Isabel Vicente @ Expresso Economia (18-05-2013)

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